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A segunda-feira de cinzas do Carnaval esportivo no Rio de Janeiro é difícil de encarar. No entanto, ainda temos alguns fatos para colocar sobre os Jogos Paralímpicos. Confira agora o que de mais marcante aconteceu no sábado e no domingo esportivo para fechar a Rio 2016 com chave de ouro (prata e bronze)!

FATOS

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– Em final dramática, Austrália é bicampeã no rugby em cadeira de rodas. Após DUAS PRORROGAÇÕES contra os EUA, o placar acabou 59 a 58 para a equipe da Oceania, no último evento da Rio 2016.

– O brasileiro Clodoaldo Silva ficou em oitavo nos 100m livres S5 e se despediu dos Jogos Paralímpicos. Daniel Dias, a delegação brasileira e o CPI realizaram homenagem ao nadador, 16 vezes medalhista paralímpico, o que lhe rendeu o apelido de “Tubarão”. Muito emocionado, recebeu um Tom gigante autografado.

– Judite Nascimento e Luis Silva tiveram uma surpresa especial na tarde do último sábado (17). Os atletas, que não se classificaram para os Jogos Paralímpicos e trabalharam como voluntários no Estádio Aquático, experimentaram a piscina da arena a convite do Rio 2016. Medalha de bronze na prova de 100 metros da classe S7, o nadador Ítalo Lima acompanhou a dupla na experiência.

– No meio de tanta alegria, uma trágica notícia: o ciclista iraniano Bahman Golbarnezhad morreu após um acidente durante a prova de ciclismo de estrada classes C4-5, no sábado. O atleta foi atendido no local do acidente e estava sendo transportado ao hospital quando sofreu uma parada cardíaca. A ambulância se dirigiu ao Hospital Unimed, na Barra da Tijuca, onde o atleta morreu pouco depois de chegar.

HERÓIS

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– Mais de duas mil próteses e cadeiras de rodas passaram pela oficina da Ottobock na Vila dos Atletas. “Algumas vezes, chegamos a fazer 200 atendimentos por dia”, diz Merle Florstedt, gerente da empresa, fornecedora oficial de serviços técnicos dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Cerca de oitenta por cento dos reparos acontecem em cadeiras de rodas, principalmente as utilizadas nos jogos de basquete e rugby, por causa dos impactos nas competições. “Às vezes é só encher o pneu, mas outras cadeiras precisam soldar”, explica Florstedt.

BRASIL

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– O brasileiro Daniel Dias é o atleta mais vitorioso da história da natação Paralímpica. A marca foi atingida no sábado, com as duas medalhas conquistadas no Estádio Aquático Olímpico: ouro nos 100m livres S5, bronze no revezamento 4x100m medley. Com 24 medalhas no currículo, o brasileiro superou o australiano Matthew Cowdrey, até então o recordista.

– Na última sessão noturna do atletismo, três medalhas de prata: Petrúcio Ferreira, Shirlene Coelho e Felipe Gomes, que já haviam dado outras medalhas ao país nos Rio 2016, ficaram em segundo lugar em suas provas no penúltimo dia dos Jogos.

– A soberania brasileira no futebol de 5 segue mais forte do que nunca nos Jogos Paralímpicos. Se na semifinal, contra a China, foi Jefinho quem brilhou, na decisão, contra o Irã, foi a vez do outro astro da equipe decidir. Foi do capitão Ricardinho o gol que definiu a vitória por 1 a 0, que deu à equipe seu quarto ouro seguido no esporte.

– O Brasil conquistou no sábado sua primeira medalha da história no voleibol sentado nos Jogos Paralímpicos. O inédito pódio veio com a equipe feminina, que derrotou a Ucrânia por 3 sets a 0 e garantiu o bronze.

– No tênis de mesa, mais duas medalhas de bronze: Primeiro, Bruninha Alexandre e Danielle Rauen brilharam na disputa por equipes classes 6-10 diante da Austrália: 2 a 0. Jennyfer Parinos completou o time, mas não chegou a jogar. Mais tarde foi a vez da equipe masculina nas classes 1-2. Aloísio Lima, Guilherme da Costa e Iranildo Espíndola venceram a Eslováquia por 2 a 1.

– O ciclista Lauro Chaman voltou a fazer história nos Jogos Rio 2016. Três dias depois de tornar-se o primeiro atleta do país a ir ao pódio no ciclismo de estrada nos Jogos Paralímpicos com o bronze no contrarrelógio da classe C5, ele avançou um passo neste sábado (17) e garantiu a prata na prova de estrada C4-5 no Pontal, melhor resultado do esporte na história dos Jogos.

– O último dia dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 também foi dia de pódio para o Brasil. A veterana Edneusa Dorta foi a terceira colocada na maratona da classe T12, disputada em Copacabana, e garantiu o bronze, a medalha de número 72 e última do país nos Jogos.

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