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O dia paralímpico no sabadão reservou muitas emoções! Lotação no Parque Olímpico, pódio brasileiro… Vamos conferir os destaques?

FATOS

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– O esloveno Darko Duric chegou em último na final dos 50m borboleta classe S5. No entanto, ele foi destaque antes da largada. Ele, até poucos momentos de cair na água, estava usando o seu headphone. Se o juiz não tivesse ido até o atleta ele teria entrado n’agua com fone e tudo. Em entrevista ao SPORTV após a prova, Duric confidenciou que estava muito envolvido com a música que ouvia no momento, e meio que esqueceu de tirar o fone. A música? Sepultura, grupo brasileiro!

– Com 167 mil visitantes, o público no Parque Olímpico no sábado bate marca do dia mais animado dos Jogos Olímpicos. Além das comptições, o público pode participar de vários eventos culturais e experiências desportivas.

– A seleção de Goalball feminina da Argélia, que não havia comparecido a partida de estreia contra os EUA na sexta, também não estava no horário marcado contra Israel. Isso caracterizou a desclasificação africana. Para não perder a viagem e ameinzar o prejuízo do público, a organização decidiu colocar algumas pessoas da arquibancada, via rede social, para “experimentar” a modalidade.

HERÓIS

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– De origem humilde, Mariyappan Thangavelu vai usar premiação do governo da Índia para reconstruir sua vida e a da família. Ele venceu a prova do salto em altura classe T42, e ganhará cerca de R$ 367,5 mil. O jovem de 21 anos somente no ano passado teve a oportunidade de dormir em uma cama pela primeira vez, tamanha pobreza sua e de sua família.

– O brasileiro Fernando Aranha, ao chegar em 7º no triatlo PT1, se tornou o primeiro atleta brasileiro a disputar uma Paralimpíada de Inverno e de Verão. Em Sochi 2014, ele disputou o Ski Cross Country.

– A belga Marieke Vervoort, medalhista de prata nos 400m T52, assinou termo em 2008 dando permissão para sofrer eutanásia. Ela anunciou que está se aposentando dos Jogos, quer curtir a família e disse que não se decidiu quando quer dar fim a própria vida. Ela sofre de doença degenerativa que paralisa as suas pernas, provoca desmaios e não a deixa dormir por mais de 10 minutos. As dores são insuportáveis, diz ela.

BRASIL

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– O atletismo cumpriu a meta de #UmHnoPorDia nas Paralimpíadas. Pela manhã Claudiney Batista vence o lançamento de disco da classe F56 com recorde mundial da categoria.

– Porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura, Shirlene Coelho levou sua terceira medalha Paralímpica, vencendo o lançamento de dardo classe F37. A noite, o velocista Rodrigo Parreira ainda conquistou a medalha de bronze nos 100m rasos da classe T36.

– No futebol de 7, o Brasil venceu a Irlanda por 7 a 1 e se classifica para a próxima fase. Agora encara a poderosa Ucrânia pelo primeiro lugar.

– O basquete em cadeira de rodas masculino bem que tentou, mas não conseguiu vencer a Grã Bretanha, deixando sua vida mais complicada nos Jogos.

– A natação paralímpica do Brasil subiu no pódio mais duas vezes ontem: Daniel Dias não superou o americano Roy Perkins e o chinês Shiwei He na prova dos 50m borboleta S5. Matheus Rheine foi terceiro nos 400m livre S11.

– O judô paralímpico brasileiro encerra sua competição no Rio com 4 medalhas. Todas com a mesma cor. Prata. Ontem, disputamos 3 finais e uma disputa de bronze. Não vencemos uma lutinha sequer. Pelo menos Alana Maldonado, Antônio Tenório e Willians Araújo levaram o país ao pódio na Arena Carioca 3 com a prata.

Não deixe de conferir nossa página especial e o Quadro de Medalhas (terminamos em 5º ontem)!
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