AG News Arena Olímpica

ParaPlantão #ArenaRio #6

A paralimpíada continua muito animada e cheia de bons exemplos e emoção. Vamos conferir como foram todos os fatos de segunda no Rio 2016. Segura!

FATOS

anao2

– Terezinha Guilhermina passou em primeiro na eliminatória para a final dos 200m T11. E ironizou o fato de “correr como sempre corre” e não ter sido desclassificada dessa vez. Para quem não lembra, ela foi desclassificada na decisão dos 100m T11 quando ~puxou~ seu guia. No momento, disse que era difícil “competir com homens”…

– O ucraniano Sergii Khvalinskyi, do halterofilismo, fez uma careta muito engraçada ao inalar amônia antes de levantar o supino reto. Essa prática é comum no meio e não é proibida pela WADA. Segundo os praticantes – geralmente da antiga URSS – a amônia inalada teria o mesmo efeito de tapas na cara, para ~acordar~ o atleta. Quem não usa, não vê tanta vantagem assim.

– A americana Grace Norman, que foi ouro no triatlo PT2 no domingo, foi bronze nos 400m T44 do atletismo. Disse que a prova de triatlo foi ~aquecimento~ para o atletismo.

– Fábio Bordignon, após ganhar a prata nos 200m rasos T35, fez um gesto de boa ação. Um atelta do Irã, que havia sido prata no halterofilismo momentos antes, pediu emprestado a medalha do brasileiro para uma entrevista para TV do seu país, pois a premiação de sua categoria ainda não tinha acontecido. Após atender solicitação de medalhista, Fábio Bordignon admite que sentiu ciúmes e, se o iraniano se metesse a besta a fugir com a sua medalha, ele correria atrás: “Eu corro atrás dele (se ele sair correndo). Sou atleta de velocidade, corro mais do que ele. A gente ia ter que disputar uns 400m aqui, agora”.

BRASIL

alessandro_rodrigo_silva-jason_cairnduff

– A Ucrânia venceu o Brasil e fica com a liderança do grupo no futebol de 7 por 2×1. Agora, os brasileiros enfrentam o Irã nas semifinais.

– Na bocha, um ouro e uma prata: Dirceu Pinto, Eliseu dos Santos e Marcelo dos Santos, bicampeões paralímpicos, foram surpreendidos pelo trio eslovaco na categoria BC4. Já Antônio Leme, Evani Soares e Evelyn de Oliveira venceram na categoria mista BC3 a equipe sulcoreana.

– O brasileiro Daniel Dias estava batendo na trave nos últimos dias, mas ontem conseguiu mais um ouro: nos 50m classe S5. Ele luta para se tornar o maior atleta Paralímpico da natação, e ainda disputa mais 4 provas até o fim dos Jogos.

– Além do Daniel Dias, tivemos outras medalhas na natação: Joana Maria da Silva, a Joaninha, foi prata nos 50m livre S5; André Brasil foi bronze nos 100m borboleta S10, e Talisson Glock foi bronze nos 200m medley SM6.

– O atletismo segue firme dando medalhas para o Brasil. No lançamento de disco classe T11, Alessandro Silva conquista a medalha de ouro, após bater na trave no arremesso de peso. Como vimos acima, Fábio Bordignon foi prata nos 200m T35.

– Rodrigo Parreira bateu o recorde paralímpico, mas foi prata no salto em distância T36, pois o australiano, vencedor, também bateu o recorde. No desempate, Rodrigo fez um salto 2cm menor que o australiano.

– O revezamento 4×100 classes T42-47 do Brasil foi prata (após ser bronze e os americanos serem desclassificados). Essa pode ser a única medalha no Rio de Alan Fonteles, que não conseguiu nem ir as finais dos 100 e 200m T44.

– O Brasil não conseguiu vencer no basquete em cadeira de rodas: derrota no masculino para a Alemanha e derrota no feminino para o Canadá. No entanto, ambas se clasificaram para as quartas-de-final.

– Israel Stroh conquista a primeira medalha individual do Brasil no tênis de mesa Paralímpico: prata na classe 5. O ouro ficou com o britânico William Bayley.

Não deixe de conferir nossa página especial e o Quadro de Medalhas (terminamos em 5º ontem)!
Faltou alguma coisa? Comenta aí!

Seja mais um Geraldo da Arena! Receba as nossas novidades direto do seu e-mail!