As novidades da Copa do Mundo Feminina de 2023!

A Copa do Mundo feminina de 2019 atraiu os olhares do mundo todo para a modalidade.

Enquanto se aguardam as efetivas mudanças de cenário, a FIFA já organiza a próxima edição.

A Fifa decidiu por unanimidade, em reunião na semana passada, que a próxima edição da Copa do Mundo feminina terá 32 seleções.

A primeira edição, na China, em 1991, contava com 12 participantes. Na Copa dos EUA, em 1999, passou a ter 16 equipes na disputa.

No Mundial que ocorreu no Canadá, a última mudança na quantidade de seleções até então: 24.

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, justificou a decisão:

O surpreendente sucesso da Copa do Mundo Feminina da FIFA deste ano na França deixou claro que é hora de manter o ritmo do futebol feminino. Fico feliz em ver essa proposta – a primeira de várias – se tornando uma realidade.

Apesar da Copa já ter a quantidade de países que irão disputá-la, ainda não se sabe ONDE a Copa de 2023 será.

A Copa de 2023 pode ser aqui no Brasil!

Após essa mudança da FIFA, os países que apresentaram candidatura antes precisariam voltar a requisitar a candidatura, por causa o aumento de seleções, o que acarretaria aumento de jogos e novas cidades-sede.

O Brasil já havia deixado seu nome na lista de candidatas, juntamente com Argentina, África do Sul, Austrália, Japão, Coreia do Sul, Colômbia, Bolívia e Nova Zelândia.

Agora, tem mais um trunfo a seu favor, já que recebemos uma Copa do Mundo masculina recentemente, o que TEORICAMENTE não acarretaria custos mais altos do que um país que teria que “construir a Copa do zero”.

A CBF também pretende “paralisar” o calendário de 2023, como fez em 2014 e 2019. Seria compensatório a 2022, já que, como o campeonato será em novembro/dezembro, só precisaria fazer uma “apertada” no calendário.

Outro fator que pode pesar a nosso favor é a audiência crescente do futebol feminino.

Com uma organização básica – que precisa de melhorias, como no caso do Brasileirão Sub-18 – o Brasileirão vem atraindo atenção, e tem seus jogos sendo transmitidos por TV aberta, e por streaming pela própria entidade.

Isso sem contar a maior audiência de TV de jogos de Copa do Mundo feminina que não são finais, atingida aqui pelo Brasil na eliminação da Seleção nas oitavas-de-final, no último mundial.

Ao todo, estima-se mais de 35 milhões de espectadores na TV Globo, Band e SporTV assistindo aquela partida. Provavelmente 53% das TVs no Brasil estavam na TV Globo no momento do jogo!

Projeto do mandato de Caboclo

Segundo o UOL Esporte, sediar o Mundial Feminino é uma das prioridades da gestão de Rogério Caboclo, presidente da CBF.

Um belo exemplo disso é a contratação da treinadora Pia Sundhage, bicampeã olímpica com os EUA e medalha de prata na Rio 2016 com a Suécia.

Caboclo tem mandato à frente da CBF até abril de 2023 e, se for reeleito, poderá estar no comando da entidade durante o Mundial feminino.

Aparentemente a CBF tomou gosto por esses eventos. Vai organizar (meio que um tampão) o Mundial masculino Sub-17 ainda neste ano.

Existem muitos trunfos a favor do Brasil, mas ainda estamos engatinhando na ação de promover o futebol feminino. Talvez a Copa aqui seja o “empurrão” esperado…

A entidade que rege o futebol mundial espera anunciar a escolha do país-sede em maio de 2020.

Fonte e Fonte.

E aí, será que a Copa vem pra cá? Comenta aí!

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