Se você é fã de velocidade, certamente deve ter saudade do ronco dos motores V8, V10 de antigamente, antes da “eletrificação”…
Alguns levam essa saudade ao extremo de rejeitar a Formula 1 hoje porque o “motor não tem mais o ronco de antes”.
Essa turminha, por consequência, detesta a Fórmula E, categoria de monospoto com unidades de potência 100% elétrica da FIA.

Além, claro, de ser elétrico, chiam por conta do “barulho” que a Unidade de Potência faz.
“Parece um monte de carrinhos de controle remoto gigantes na pista”, certamente dizem.
Porém, a categoria, criada em 2014, desafiou o ceticismo desses “puristas” e se transformou em um verdadeiro laboratório de inovação urbana para automóveis.
Confira mais curiosidades sobre a categoria (e seus carros)!
Pelo ronco do motor…
O som característico dos carros da Fórmula E (um certo assobio), é ocasionado pelo atrito das engrenagens da transmissão, pelo inversor de frequência e, obviamente, pela aerodinâmica do carro rompendo o vento.
Esse “assobio” chega a marca de 80 decibéis, um pouco mais alto que um carro de passeio comum.
Já um F1 carro de Fórmula 1 ultrapassa os 130 decibéis, mesmo agora, com uma unidade de potência dividida entre motor à combustão e bateria elétrica.
Isso permite algo impensável no automobilismo tradicional: os torcedores conseguem conversar na arquibancada sem protetores auriculares e ouvem o som dos pneus fritando no asfalto e até os toques entre os carros.
Pneu único para qualquer clima?
Ao contrário do que acontece na Fórmula 1, por exemplo, não é necessário troca de pneus por conta de clima na Fórmula E, como chuvas.
Os carros utilizam um único modelo de pneu de 18 polegadas que é dinâmico e para todo tipo de clima (all-weather).
Esses pneus acabam sendo bem semelhantes aos nossos de rua. Possuem sulcos profundos que funcionam tanto no asfalto seco quanto sob tempestades.
Isso além de reduzir o desperdício de borracha, dá aos pilotos ainda mais atenção para demonstrarem uma habilidade de controle do carro em superfícies escorregadias.
O “Modo Ataque”
Como os e-prix (comos os Grandes Prêmios da Fórmula E são chamados) são estritamente em circuitos de rua, a ultrapassagem pode ser um problema.
Para tentar solucionar, a Fórmula E inspirou-se em jogos como Mario Kart.

O chamado Modo Ataque (Attack Mode) obriga o piloto a sair da linha de corrida ideal em um ponto específico da pista, o que faz ele perder alguns segundos, mas para ganhar outros.
Esse ponto específico, uma “zona de ativação”, habilita o carro a receber uma potência extra temporária quando o carro passa por essa zona.
O “boost” de energia – que dura alguns minutos – faz o piloto recuperar o prejuízo e atacar os adversários.
—
A Fórmula E, além da competição, é o espelho do que já vemos e continuaremos vendo nas ruas das grandes metrópoles nos próximos anos.
O esporte, que corre no coração de cidades como Londres, Mônaco e São Paulo, prova que o futuro do automobilismo pode ser silencioso, mas nunca sem emoção.
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Fato Curioso:
Se você é fã de velocidade, certamente deve ter saudade do ronco dos motores V8, V10 de antigamente, antes da "eletrificação"...
Alguns levam essa saudade ao extremo de rejeitar a Formula 1 hoje porque o "motor não tem mais o ronco de antes".
Essa turminha, por consequência, detesta a Fórmula E, categoria de monospoto com unidades de potência 100% elétrica da FIA.
Além, claro, de ser elétrico, chiam por conta do "barulho" que a Unidade de Potência faz.
"Parece um monte de carrinhos de controle remoto gigantes na pista", certamente dizem.
Porém, a categoria, criada em 2014, desafiou o ceticismo desses "puristas" e se transformou em um verdadeiro laboratório de inovação urbana para automóveis.
Confira mais curiosidades sobre a categoria (e seus carros)!
Pelo ronco do motor...
O som característico dos carros da Fórmula E (um certo assobio), é ocasionado pelo atrito das engrenagens da transmissão, pelo inversor de frequência e, obviamente, pela aerodinâmica do carro rompendo o vento. Esse "assobio" chega a marca de 80 decibéis, um pouco mais alto que um carro de passeio comum. Já um F1 carro de Fórmula 1 ultrapassa os 130 decibéis, mesmo agora, com uma unidade de potência dividida entre motor à combustão e bateria elétrica. [embed]https://www.youtube.com/shorts/kbaZ1hQVzjk[/embed] Isso permite algo impensável no automobilismo tradicional: os torcedores conseguem conversar na arquibancada sem protetores auriculares e ouvem o som dos pneus fritando no asfalto e até os toques entre os carros.Pneu único para qualquer clima?
Ao contrário do que acontece na Fórmula 1, por exemplo, não é necessário troca de pneus por conta de clima na Fórmula E, como chuvas. Os carros utilizam um único modelo de pneu de 18 polegadas que é dinâmico e para todo tipo de clima (all-weather). Esses pneus acabam sendo bem semelhantes aos nossos de rua. Possuem sulcos profundos que funcionam tanto no asfalto seco quanto sob tempestades. Isso além de reduzir o desperdício de borracha, dá aos pilotos ainda mais atenção para demonstrarem uma habilidade de controle do carro em superfícies escorregadias.O "Modo Ataque"
Como os e-prix (comos os Grandes Prêmios da Fórmula E são chamados) são estritamente em circuitos de rua, a ultrapassagem pode ser um problema. Para tentar solucionar, a Fórmula E inspirou-se em jogos como Mario Kart.
O chamado Modo Ataque (Attack Mode) obriga o piloto a sair da linha de corrida ideal em um ponto específico da pista, o que faz ele perder alguns segundos, mas para ganhar outros.
Esse ponto específico, uma "zona de ativação", habilita o carro a receber uma potência extra temporária quando o carro passa por essa zona.
O "boost" de energia - que dura alguns minutos - faz o piloto recuperar o prejuízo e atacar os adversários.
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A Fórmula E, além da competição, é o espelho do que já vemos e continuaremos vendo nas ruas das grandes metrópoles nos próximos anos.
O esporte, que corre no coração de cidades como Londres, Mônaco e São Paulo, prova que o futuro do automobilismo pode ser silencioso, mas nunca sem emoção.
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