Esportes que deveriam estar em Tóquio: Corrida de Bonecos de Olinda

O Carnaval já passou, mas nossa busca por esportes candidatos a olimpíada não para nem na folia de Momo!

Depois de Paris ventilar o break dance como esporte olímpico, resolvemos aliar uma modalidade que é cultural, mas que também pode ser perigoso!

Nossa busca nos leva a Recife/Olinda, em Pernambuco, lar dos tradicionais Bonecos Gigantes, que abrilhantam as festas da cidade sempre representando ícones da cultura local e nacional, bem como celebridades.

Só que, antes de agitar a cidade pernambucana, eles apostam corrida!

Os Bonecos, que são feitos de tecido, isopor, papel, madeira, fibra de vidro e alumínio, são originários da Europa e eram usados nas procissões e tinham imagem dos santos católicos.

No Nordeste, ganharam uma nova função!

Tradicionalmente desde 2005, a corrida dos Bonecos Gigantes de Olinda ocorre no sábado antes da semana de carnaval, e reúne diversos atletas que encaram o desafio de correr com vários kg nas costas.

Iniciando no Sítio Histórico de Olinda, a linha de chegada da corrida fica no Palácio dos Governadores.

Temos duas modalidades na corrida: bonecos leves, bonecos pesados e mascotes (de clubes).

Essa disputa foi idealizada em homenagem a Silvio Botelho, grande artesão de Bonecos de Olinda.

Apesar da diversão ser o alvo principal, também temos premiação: em 2019, o vencedor da categoria pesada levou nada menos que R$ 2,5 mil!

Nesse ano, os campeões foram:

Mascotes
1º Santa Cruz
2º Sport
3º Náutico

Leve
1º Candigão
2º Mascarado
3º Papangu

Pesado
1º Will
2º Faisão
3º Vem Comigo

A corrida ganhou destaque nacionalmente nesse ano por um vídeo que circulou nas redes sociais.

Ele mostrava um competidor em especial que age muito parecido com o homenageado pelo seu boneco.

Parece até piada. Olha o que o boneco do Neymar fez:

Fonte, Fonte e Fonte!

E aí, você encararia esse desafio? Comenta aí!

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