Perfil AG: Gustavo Kurten

O Perfil AG hoje vai trazer um pouco da vida de um dos maiores tenistas do mundo, e brazuca: conheça um pouco mais de Gustavo Kurten, o Guga!

Gustavo Kuerten nasceu em 10 de setembro de 1976, em Florianópolis-SC.

Guga sempre foi apaixonado pelo esporte. Tênis, o surfe, o clube de coração (o Avaí)…

O pai foi o primeiro incentivador de Guga, mas morreu quando o filho ainda era jovem.

Ele começou a praticar tênis aos 6 anos. Aos 14 anos, começou a treinar com Larri Passo, uma das mais bem sucedidas parcerias do tênis mundial, que durou 15 anos.

Guga tinha algo a mais para incentivá-lo nos caminhos do tênis.

Seu irmão caçula, Guilherme Kuerten, durante o nascimento sofreu um problema de privação prolongada de oxigênio, ocasionando um dano cerebral irreversível.

Com isso, apresentou deficiências física e mental severas.

Guga sempre esteve ligado à luta diária do irmão. Em cada jogo disputado, a partir de 1998, Kuerten doava duzentos dólares a instituições de caridade.

Todos os troféus vencidos por Guga eram dados para o irmão caçula.

A carreira

Em 1996, Guga mostrou seu talento na disputa pela vaga no Grupo Mundial da Copa Davis em 1996, quando o Brasil derrotou a equipe da Áustria.

No ano seguinte, Kuerten chegou à posição de jogador número 2 do país, ficando atrás somente de Fernando Meligeni.

Ainda em 1997, conseguiu ser o primeiro tenista masculino brasileiro a vencer um torneio em simples do Grand Slam, o torneio de Roland Garros. Aliás, Guga virou o especialista torneio, vencendo mais duas vezes.

Entre 2000 e 2001, viveu o auge carreira, sendo o número um do Rnaking da ATP por 44 semanas.

Infelizmente seu irmão Guilherme faleceu em 2007, vítima de parada cardiorrespiratória, o que, aliado ao sério problema nos quadris, fez com que, no ano seguinte, ele deixasse as quadras.

O corpo pediu para parar

Guga anunciou sua despedidas das quadras após disputar mais um torneio de Roland Garros. A “Síndrome do impacto nos quadris”, problema que o afligiu por quase toda a sua carreira, e mesmo com tentativas de tratamentos – cirúrgicos ou não – venceu o Guga:

“Meu limite realmente foi o corpo. Ainda tenho muita gana de competir e ganhar torneios, mas a parte física complicou bastante. Tentei prorrogar o máximo minha carreira porque sei o quanto represento para o tênis no Brasil. Lutei dois ou três anos para jogar em alto nível, mas não consegui. Isso acabou encurtando meu desempenho jogando bem. Gostaria de ter jogado mais dois ou três anos.”

Foi incluído no Hall da Fama de Tênis em 2012, o segundo atleta do tênis brasileiro a receber a honraria (a primeira foi Maria Esther Bueno, incluída em 1978).

Guga é conhecido pela sua simpatia, humildade e respeito ao público, o que exercia durante a carreira e ainda após. Por causa disso, ganhou o apelido de Doberman humano – em referência a notável docilidade dessa raça de cachorro.

Fonte e Fonte

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