Esportes que deveriam estar em Tóquio – Bossaball

Seguindo a série de esportes que poderiam figurar nos Jogos Olímpicos de Tóquio, eis uma modalidade que tem regras complicadas, um mix de outros esportes – e ritmos – e muito ligada ao Brasil: o Bossaball!

Trata-se de um jogo que combina futebol, futsal, ginástica, vôlei e capoeira.

Apesar do que possa parecer, o jogo não foi idealizado no Brasil. Criado em 2005, na Espanha, pelo belga Filip Eyckmans, foi inspirado na Bossa Nova e na capoeira.

Para aumentar a salada cultural, o bossaball ganhou popularidade primeiramente na Holanda.

Lá ocorre um campeonato nacional com vinte equipes. Aqui no Brasil, oficialmente há uma equipe e uma quadra reconhecidas.

Como joga isso?

Os times são formados por 4 atletas, e eles atuam numa quadra de colchão inflável separada por uma rede, com duas camas elásticas – uma de cada lado, próximo a rede.

O objetivo é fazer a bola cair no campo adversário.

Para tanto, cada equipe tem direito a tocar na bola, no máximo, 8 vezes antes de passar a bola para o campo adversário.

A bola pode tocar em qualquer parte do corpo do jogador, mas só uma vez com a mão ou duas vezes consecutivas com os pés ou com a cabeça.

Assim como no vôlei, os jogadores não têm permissão para tocar na rede.

A estratégia do jogo geralmente é deixar a bola melhor posicionada para o jogador que está na cama elástica – só pode ter um jogador por time nessa posição.

Se a bola cair no colchão inflável, o time adversário ganha um ponto. Se a bola cair na cama elástica, o time adversário ganha 3 pontos.

Não ocorre pontuação se a bola cair no bossawall – área que separa as camas elásticas do resto da quadra.

Cada partida uma melhor de três sets (vence quem conquistar 2 sets).

Vence o set quem atinge 21 pontos.

Confira um pouco de como funciona o Bossaball:

Fonte e Fonte.

Que outro esporte poderia pintar em Tóquio no ano que vem? Comenta aí!

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