Ranking Campeões Mundiais de Futebol (Masculino e Feminino)

Com o fim da Copa do Mundo Feminina, as tabelas de campeões mundiais se renovam.

Assim como uma nova polêmica. Como vimos antes, Marta, nossa brazuca, atingiu o recorde de gols em Copas, com 17 tentos.

Esse número superou até os gols feitos por Miroslav Klose, maior goleador das Copas Masculinas.

Muita gente chiou sobre essa comparação, e até a FIFA teve que intervir, avisando que não reconheceria a Marta como a maior goleadora das Copas (independente do “naipe”).

Só que entendemos que não há problema algum na comparação, por simplesmente serem torneios FIFA.

Logo, vamos estender esse conceito para o ranking de títulos mundiais.

Só pra constar,  esse é o Ranking dos campeões da Copa do Mundo Masculina:

Brasil – 5 (1958, 1962, 1970, 1994, 2002)
Alemanha – 4 (1954, 1974, 1990, 2014)
Itália – 4 (1934, 1938, 1982, 2006)
França – 2 (1998, 2018)
Argentina – 2 (1978, 1986)
Uruguai – 2 (1930, 1950)
Espanha – 1 (2010)
Inglaterra – 1 (1966)

E, com o título americano, esse é o novo ranking da Copa do Mundo Feminina:

Estados Unidos – 3 (1991, 1999, 2015 e 2019)
Alemanha – 2 (2003 e 2007)
Japão – 1 (2011)
Noruega – 1 (1995)

Agora, vamos juntar tudo. O critério aqui é simples: em caso de empate, o título mais recente prevalece, independentemente do “gênero”.

Nesse post, vamos ilustrar sempre com o título mais recente do país. Vamos lá!

Alemanha – 6 (1954, 1974, 1990, 2014) masculino e (2003 e 2007) feminino

Brasil – 5 (1958, 1962, 1970, 1994, 2002) masculino

Estados Unidos – 4 (1991, 1999, 2015 e 2019) feminino

Itália – 4 (1934, 1938, 1982, 2006) masculino

França – 2 (1998, 2018) masculino

Argentina – 2 (1978, 1986) masculino

Uruguai – 2 (1930, 1950) masculino

Japão – 1 (2011) feminino

Espanha – 1 (2010) masculino

10º

Noruega – 1 (1995) feminino

11º

Inglaterra – 1 (1966) masculino

Como vimos, a Alemanha é o único país que tem campeão masculino E feminino da Copa do Mundo.

Além disso, a nível continental, CONCACAF e AFC entraram no ranking graças aos títulos femininos de EUA e Japão respectivamente.

E aí, vale a pena “misturar” ou cada um no seu quadrado? Comenta aí!

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