Os anéis do Super Bowl

Estamos começando a temporada da NFL, mas lembrando do evento final dela: o Super Bowl, a grande decisão do futebol americano.

A edição 54 acontecerá em Miami no dia 2 de fevereiro de 2020.

Além do tradicional troféu Vince Lombardi, os campeões almejam ainda outro item: os anéis.

Essa moda de entregar anéis aos vencedores é uma tradição que passa pelos esportes americanos, e é uma tradição antiga.

Os anéis de campeão são originados do beisebol, sendo distribuídos desde os anos 1920.

De lá pra cá, outros esportes aderiram a presentear os campeões, mas no caso do futebol americano, isso começou a ser padrão nos anos 1950.

Além dos jogadores, membros da comissão técnica também ganham o seu valioso anel.

A ideia dos anéis é ter perto de si algo que permita relembrar o momento de vitória, obviamente, de forma mais espalhafatosa que uma simples medalha, no melhor estilo “American Dream”.

E, como os troféus de campeão não tem réplicas (coisa que a FIFA já aprendeu que não dá certo), essa é a forma mais “valiosa” de ostentar um campeonato.

Esses anéis, como todo “American Dream” exige, não são peças baratas.

Tanto que joalherias como Balfour e Tiffany & Co. são requisitadas pelas franquias vencedoras para a confecção dos anéis.

Um anel tem um custo estimado de US$ 5 mil (R$ 18,3 mil). Só que, em virtude da sua importância, já foram vendidos anéis desses em leilões na casa dos US$ 344 mil (R$ 1,26 milhão).

Confira na galeria abaixo os anéis produzidos para os campeões de cada uma das edições do Super Bowl:

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